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2.4.26

Oficial da PM é colocado na reserva após prisão e caso gera repercussão

 A Polícia Militar do Estado de São Paulo publicou nesta quinta-feira (2) uma portaria que coloca na reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, atualmente preso sob acusação de feminicídio pela morte da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana.

A decisão foi formalizada pela Diretoria de Pessoal da corporação e segue critérios previstos em lei.

⚖️ Aposentadoria com remuneração proporcional

De acordo com a portaria, o oficial tem direito à aposentadoria com base na idade e tempo de serviço, recebendo vencimentos proporcionais.

Antes da prisão, em fevereiro de 2026, o salário bruto do tenente-coronel era de aproximadamente R$ 28,9 mil, conforme dados do Portal da Transparência do Governo de São Paulo.

Com a aplicação das regras proporcionais — considerando a idade atual de 53 anos — a remuneração na reserva deve ficar em torno de R$ 21 mil.

O pedido de inatividade foi feito pelo próprio oficial à corporação.

🏛️ Processo disciplinar continua

A Polícia Militar informou que a ida para a reserva não interfere no processo administrativo disciplinar em andamento.

A Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo segue conduzindo o procedimento que pode resultar na expulsão do oficial da corporação.

Mesmo com a possível perda da patente, fontes apontam que o direito à aposentadoria — conquistado ao longo do tempo de serviço — tende a ser mantido, embora o caso ainda possa ser questionado judicialmente.

📌 Caso segue em análise

O episódio segue gerando debates sobre legislação militar, direitos previdenciários e responsabilização administrativa em casos graves envolvendo agentes públicos.

A situação ainda depende de desdobramentos tanto na esfera judicial quanto administrativa.

Policial militar é baleado durante festa em Remígio e suspeito pode responder em liberdade

 


Um caso grave registrado no Brejo paraibano acende alerta para episódios de violência em eventos públicos. Um policial militar da Paraíba, que estava de folga, foi baleado durante uma festa na cidade de Remígio, na madrugada desta quarta-feira (1º).

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito de efetuar os disparos foi preso em flagrante e autuado por tentativa de homicídio.

📍 Entenda o que aconteceu

Segundo as investigações iniciais, o policial atua na cidade de Picuí e estava participando das festividades de emancipação política de Remígio ao lado de amigos.

Durante o evento, houve um desentendimento que evoluiu para uma luta corporal. Em meio à confusão, o suspeito conseguiu tomar a arma do próprio policial e efetuou dois disparos.

A vítima foi atingida na região da boca e também na perna.

🚔 Ação rápida evitou desfecho mais grave

Uma guarnição da Polícia Militar que estava nas proximidades ouviu os disparos e agiu rapidamente, conseguindo prender o suspeito ainda em flagrante.

A arma utilizada — que pertence ao policial — foi apreendida e encaminhada para perícia.

O suspeito foi levado à delegacia da cidade de Esperança, onde permanece à disposição da Justiça.

O delegado Danilo Orengo destacou que a resposta imediata da PM foi crucial:

“Se a Polícia Militar não estivesse presente, lamentavelmente um policial poderia ter perdido a vida.”

🏥 Estado de saúde do policial

O policial baleado foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

A unidade hospitalar informou que o agente passou por procedimento de sutura na face e segue internado na UTI. O estado de saúde é considerado grave, mas ele está consciente.

⚖️ Audiência de custódia gera polêmica

O caso ganhou um novo desdobramento após a audiência de custódia do suspeito.

Segundo o delegado responsável, o Ministério Público emitiu parecer favorável para que o acusado responda ao processo em liberdade.

Apesar disso, até o momento, o suspeito ainda não foi liberado, aguardando decisão final do Poder Judiciário.

🔍 Investigação continua

A Polícia Civil informou que todas as pessoas envolvidas na ocorrência serão ouvidas. O objetivo é esclarecer completamente as circunstâncias do caso.

O episódio levanta discussões sobre segurança em eventos públicos e os riscos enfrentados até mesmo por agentes de segurança fora de serviço.